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Bomba Chiando💥: Após Rússia Pedir Libertação de Maduro, Trump Ataca Putin e Denuncia “Banho de Sangue” na Ucrânia

Em um cenário de tensão internacional crescente, a diplomacia global voltou a ser sacudida neste sábado (3) por declarações duras e cruzadas entre as maiores potências do mundo. Horas após o Ministério das Relações Exteriores da Rússia exigir publicamente a libertação do presidente venezuelano Nicolás Maduro, o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, elevou o tom contra o líder russo Vladimir Putin, acusando-o de promover um verdadeiro “banho de sangue” na Ucrânia.

As declarações de Trump foram feitas durante uma coletiva em Mar-a-Lago, enquanto o presidente detalhava a operação militar norte-americana que resultou na captura de Nicolás Maduro e de sua esposa, Cilia Flores. Questionado se havia tratado do assunto com Putin, Trump foi direto e incisivo: “Não estou feliz com Putin. Ele está matando gente demais”, afirmou, em uma crítica frontal e rara ao presidente russo.

Trump reforçou que o conflito na Ucrânia se transformou em uma tragédia humanitária de grandes proporções, destacando que a guerra teve início antes de sua gestão, mas que acabou se aprofundando ao longo dos anos. Segundo ele, houve uma expectativa inicial de que o conflito pudesse ser encerrado com mais facilidade por meio de negociações, mas isso não se concretizou. O presidente norte-americano também dividiu responsabilidades, apontando falhas tanto de Vladimir Putin quanto de Joe Biden, ex-presidente dos EUA, e de Volodymyr Zelensky, presidente da Ucrânia.

Do outro lado do tabuleiro geopolítico, a Rússia reagiu de forma contundente à captura de Maduro. Em nota oficial, o governo russo classificou a ação dos Estados Unidos como um “ato de agressão armada contra a Venezuela”, afirmando que a medida é “profundamente preocupante e condenável”. Moscou pediu que Washington evite uma nova escalada do conflito e defendeu que a crise seja resolvida exclusivamente por meio do diálogo diplomático.

“Pedimos firmemente às autoridades americanas que reconsiderem sua postura e libertem o presidente legalmente eleito do país soberano e sua esposa”, diz o comunicado do Itamaraty russo, que também afirmou que os pretextos utilizados pelos EUA para justificar a operação são “insustentáveis”.

Esta não é a primeira demonstração pública de apoio do Kremlin ao regime venezuelano. Na semana anterior, o governo russo já havia confirmado uma conversa telefônica entre Putin e Maduro, na qual o presidente russo ofereceu apoio político diante do agravamento das tensões com os Estados Unidos.

Em meio a acusações, ameaças veladas e discursos inflamados, o mundo acompanha com apreensão mais um capítulo de uma crise internacional que envolve Estados Unidos, Rússia, Venezuela e Ucrânia, com desdobramentos imprevisíveis e impactos que ultrapassam fronteiras.

Cariri de Verdade

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