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🔥 PINGA FOGO: Serra Branca não pode mais ser refém de chantagens e práticas de velhas políticas

O recente pedido de exoneração de uma secretária da administração municipal escancarou o que há muito tempo já se percebia nos bastidores: vaidades infladas, disputas internas, interesses familiares e o velho script da política paroquial, que insiste em prender Serra Branca ao passado, até mesmo à base da chantagem, impondo um verdadeiro show de má vontade contra a nova gestão e os mais humildes, que quase nunca foram privilegiados de fato na cidade.

A atual administração, eleita com o sentimento de renovação, empreendedorismo e com o compromisso de romper com práticas ultrapassadas, vem sendo alvo constante de pressões e chantagens de todo tipo. Grupos que não suportam perder espaço ou protagonismo tentam impor vontades, outros muitas vezes movidos por derrotas políticas ainda não digeridas. O que se vê, portanto, não é uma gestão em plena atuação, é um verdadeiro teste de resistência, tendo de cara de enfrentar tais fortes barreiras.

O problema é mais profundo. Por trás dos discursos públicos, segue imperando o mesmo modus operandi de sempre: figuras que se dizem preocupadas com o bem da cidade, mas que, quando tiveram a chance de construir algo, não entregaram nada, às vezes nem para si mesmas, muito menos para Serra Branca. O histórico é conhecido: ocuparam cargos, empunharam microfones, desfilaram discursos prontos e deixaram como legado o vazio.

Hoje, frustrados, buscam retomar influência dianteira da cena político-administrativa da Rainha, usando as mesmas manias, promovendo desgastes e instabilidade política. Usam as redes sociais do esconderijo medroso, como palanque de conveniência, falando em nome da fé, da moral e da cidade, mas agem com sarcasmo, ataques pessoais e um individualismo corrosivo. No fundo, não querem servir à cidade, querem ser servidos pelo poder, mesmo que seja apenas o poder da fala pelo cargo não conquistado.

São aqueles que, como escreveu Chico Buarque, “o que não têm vergonha, e nunca terá, não tem tamanho.” E em nome desse comportamento, seguem matando, pouco a pouco, uma cidade linda, promissora e cheia de potencial.

Apesar dos ataques, a gestão tem diante de si uma oportunidade concreta. Com a saída de figuras desgastadas, é hora de trocar o compadrio pela competência. De fazer o que se espera de quem recebeu a confiança popular: governar com coragem, critério e foco em resultados.

Embora não seja diretamente o prefeito, Ernildo Júnior é o motor por trás das transformações que começam a aparecer, fruto de sua própria iniciativa privada. Com uma história de vida marcada por uma infância pobre no próprio município, ele tem colocado em prática uma visão inovadora de oportunidades para Serra Branca, sem depender de cargo público para agir.

Foi graças à sua articulação que a cidade conquistou um feito inédito: sediar a base nacional da PixBet, uma das maiores empresas de apostas do país, gerando empregos diretos, renda e visibilidade. Além disso, por meio de seus empreendimentos, tornou-se o maior empregador da cidade, um feito que fala mais alto do que os discursos prontos de quem apenas reclama, motivado por má vontade e sentimentos mesquinhos.

Serra Branca precisa romper, de uma vez por todas, com os ciclos de vaidade, os feudos familiares e os aliados de ocasião. A cidade não pode mais ser refém de promessas vazias nem de interesses mesquinhos travestidos de preocupação pública.

É verdade que a novíssima gestão tem problemas a resolver, e ninguém nega isso. Mas é igualmente verdade que não se apaga fogo com gasolina. Quem realmente ama Serra Branca precisa compreender que reconstruir exige maturidade, paciência e espírito público. Não se trata de fechar os olhos para erros, mas de abrir o coração para o que pode ser construído com diálogo, responsabilidade e coragem.

No pinga-fogo da política, quem não aguenta o calor, sai da cozinha. Mas quem quer fazer história precisa encarar as chamas e apagar, de vez, os rastros da velha política.

Serra Branca merece mais. E merece agora.

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