A Polícia Civil da Paraíba indiciou o homem identificado como Léo Pereira Lima, de 38 anos, e uma mulher, Jucineide Alves Lima, pela morte da policial penal Edivânia da Silva, crime ocorrido no ano passado, na cidade de Patos, no Sertão do estado.
De acordo com o delegado responsável pelo inquérito, Claudinor Lúcio, as investigações apontam que o assassinato foi motivado por questões financeiras e passionais. Segundo ele, pouco antes do crime, a vítima havia contraído empréstimos, e o investigado mantinha um relacionamento extraconjugal, fatores que teriam gerado conflitos e contribuído para o planejamento da morte.
Edivânia foi encontrada morta dentro da própria residência, com sinais de violência. Conforme as investigações, ela apresentava marcas compatíveis com esganadura, o que reforçou a linha de que se tratou de um crime cometido com extrema brutalidade.
Após o assassinato, Léo fugiu para Caetés, em Pernambuco, mas foi localizado e preso dias depois. Já Jucineide foi presa em Paulo Afonso, na Bahia. Atualmente, o homem está detido na Penitenciária de Segurança Máxima Doutor Romeu Gonçalves de Abrantes (PB1), enquanto a mulher segue sob custódia no estado baiano.
A Polícia Civil informou ainda que a suspeita inicial de envolvimento de uma facção criminosa no caso foi descartada. De acordo com a investigação, pichações encontradas na residência da vítima teriam sido feitas para simular ligação com organização criminosa e, assim, tentar desviar o foco da real motivação do crime.
Segundo o delegado, ficou comprovado que se tratou de um feminicídio, com participação direta da mulher, que teria contribuído para a execução do assassinato.
Ainda de acordo com a Polícia Civil, o Ministério Público da Paraíba (MPPB) já ofereceu denúncia contra os investigados, e o caso segue agora para a Justiça.
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