O clima político esquentou em Tenório nesta quinta-feira (29). Em uma decisão histórica e definitiva, o Tribunal Regional Eleitoral da Paraíba (TRE-PB) decidiu, por unanimidade (7 a 0), cassar os mandatos do prefeito Manoel Vasconcelos e da vice Janine Onofre.
Com a canetada dos juízes, o comando da cidade muda de mãos agora mesmo: quem assume a prefeitura de forma interina é o presidente da Câmara, Adilson Conserva.
O que aconteceu?
A confusão vem desde as eleições de 2024. A oposição, encabeçada por Evilázio de Araújo Souto, entrou com uma ação acusando a chapa de Vasconcelos de irregularidades graves durante a campanha. Para os magistrados do TRE, não restaram dúvidas: houve jogo sujo que desequilibrou a disputa.
O “prejuízo” para Vasconcelos
A punição não parou na perda do cargo. Manoel Vasconcelos terá que:
- Pagar uma multa pesada, em torno de R$ 50 mil.
- Ficar fora do jogo político (inelegível) pelos próximos 8 anos.
E agora, Tenório?
Mesmo que o prefeito cassado tente recorrer ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE) em Brasília, ele terá que fazer isso fora do cargo. Ele não volta para a cadeira de prefeito enquanto a justiça não der a palavra final.
Enquanto isso, o TRE-PB já começa a organizar os preparativos para uma eleição suplementar. Ou seja: o povo de Tenório vai ter que voltar às urnas em breve para escolher um novo prefeito e vice “do zero”.
Resumo da Ópera: A decisão serve como um recado claro da Justiça Eleitoral: as regras existem para serem cumpridas, e quem tentar burlar o processo pode acabar vendo o mandato virar fumaça.
CARIRI DE VERDADE










