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PINGA FOGO🔥: “O Golpe tá aí, Cai Quem For Desprevenido”: A IA e as Fake News Que Querem Roubar o Seu Voto

Por: Josinaldo Ramos

As eleições de 2026 chegaram e, com elas, um problema que só aumentou: está cada vez mais difícil saber o que é verdade. De um lado, temos aquela montanha de pesquisas que ninguém sabe de onde veio; do outro, vídeos e áudios falsos criados por robôs que parecem reais. O Brasil precisa de um “freio de arrumação”. Corrigir isso não é censura, é colocar ordem na casa para que o seu voto não seja manipulado.

1. A Farra das Pesquisas: Ciência ou Torcida?

Sabe aquela pesquisa que aparece do nada, dando uma vitória esmagadora para um candidato que ninguém vê na rua? Pois é, isso virou ferramenta de marketing e estratégia para ganhar dinheiro. Quando inventam números para forçar o tal do “voto útil”, eles estão roubando o seu direito de escolher por convicção.

Pesquisa séria é fotografia do momento, não é torcida nem profecia. Quem usa dado falso para manipular o poder econômico e político precisa sentir o peso da lei. Errar é humano, mas fabricar resultado para enganar o povo é crime e deve ser punido como tal.

2. IA e o Fim da Inocência: “Ver para não Crer”

Antigamente, a gente dizia que “só acredita vendo”. Em 2026, isso não vale mais. Com a Inteligência Artificial, criam vídeos de candidatos falando coisas que nunca disseram. São os chamados deepfakes. O estrago que um vídeo falso faz em 24 horas pode acabar com uma eleição, e a justiça nem sempre consegue apagar o fogo a tempo.

A regra tem que ser clara: você é livre para criar o que quiser, mas é responsável pelo que faz. Se usou a tecnologia para destruir a imagem de alguém com mentira, a pena tem que ser alta. Aumentar o castigo para quem espalha fake news é o único jeito de as “fábricas de mentiras” pararem de lucrar com o caos.

3. A “Bronca” vale para todos

O mais importante aqui é entender que a mentira não tem lado. Ela ataca o religioso, o filósofo, o político da esquerda e o da direita. Se a gente não colocar regras agora, o debate de ideias vai morrer. No lugar de propostas para o Brasil, teremos uma guerra de robôs onde ganha quem mente melhor, mesmo distantes das boas propostas.

A democracia brasileira chegou a um ponto de ruptura. O recado do Judiciário já foi dado de forma cristalina: liberdade de expressão não é salvo-conduto para agressão ou mentira industrializada. No entanto, a solução definitiva não virá apenas dos tribunais, mas de leis claras e rigorosas que o Legislativo precisa aprovar para punir a “farra” das pesquisas e o crime das fake news. “LEGISLATIVOS E LEGISLADORES, CADÊ VOCÊS?”

O desafio de 2026 é hercúleo. De um lado, temos estatísticas fabricadas que tentam manipular o seu voto; de outro, a Inteligência Artificial criando mentiras digitais, os chamados deepfakes, tão perfeitos que desafiam a nossa percepção. Precisamos entender que fiscalizar o que chega nas redes não é censura, é proteção. Punir quem usa a tecnologia para enganar o eleitor é, no fundo, proteger o futuro do país.

O cerco está fechando para quem acha que a internet é terra sem lei. O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), já deixou claro que aqueles que insistirem na desinformação e no discurso de ódio serão responsabilizados penalmente nestas eleições de 2026. A regra é simples: “liberdade de expressão não é liberdade de agressão”.

Moraes afirmou categoricamente: “Não há liberdade, em lugar nenhum do mundo, de pleitear a morte de autoridades públicas, de insuflar a morte de pessoas, o fim da democracia. É um engodo dizer que isso é liberdade de expressão. Aqueles que insistirem nisso serão responsabilizados penalmente”.

A liberdade de expressão não dá o direito de mentir para levar vantagem. Nosso maior compromisso nestas eleições deve ser um só: garantir que o resultado das urnas reflita a real vontade do povo, fortalecendo a democracia, e não os desejos espúrios de robôs ou a ganância de algoritmos que, em tempos de hiperconectividade, podem se tornar armas perigosas de dominação.

CARIRI DE VERDADE

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