Moradores de diversas cidades do Cariri Paraibano estão cada vez mais revoltados com a falta de fiscalização contra motocicletas adulteradas, especialmente aquelas equipadas com canos esportivos, escapamentos que produzem ruídos extremamente altos e perturbadores. O barulho constante, em qualquer hora do dia ou da noite, tem tirado o sossego da população e gerado uma série de reclamações.
A principal cobrança é direcionada à Polícia Militar e à Polícia Rodoviária Federal (PRF), responsáveis pela fiscalização nas áreas urbanas e nas rodovias da região. Segundo os moradores, as blitzes e abordagens a esse tipo de irregularidade são raras, o que dá a sensação de que os infratores agem com total liberdade e impunidade.
Em cidades como Monteiro, Sumé, Serra Branca, São João do Cariri, Camalaú, Congo e outras da região, a reclamação é a mesma: motos com escapamentos adulterados circulam em alta velocidade, fazendo barulho excessivo e, muitas vezes, sendo conduzidas por pessoas sem capacete ou habilitação.
Além de cobrar ações imediatas das forças de segurança, a população também pressiona a classe política da região e do estado por leis mais rígidas. O apelo é por punições mais severas e aumento no valor das multas aplicadas a quem altera escapamentos ou circula com veículos que causam perturbação sonora.
A legislação de trânsito proíbe esse tipo de modificação, e prevê multa e apreensão do veículo. Mesmo assim, a presença desses veículos continua sendo comum nas ruas das cidades do Cariri, o que reforça o apelo da população por mais fiscalização e medidas firmes das autoridades.
A cobrança é clara: mais blitz, mais presença da polícia nas ruas e nas estradas, e rigor na fiscalização das motos com canos esportivos e demais irregularidades. A população pede providências antes que o problema, que já incomoda tanto, se torne ainda mais difícil de controlar.










