Seja bem vindo! Somos Portal de NotĂ­cias, TV e Web RĂĄdio

Ouça agora

PINGA FOGOđŸ”„: Saiba Quando Uma “DenĂșncia” Pode Ficar Parecida Com Uma Fofoca

Ainda se vive, na sociedade, um fenĂŽmeno curioso que, apesar de antigo, alguns insistem em praticar como se fosse uma metodologia interessante para quem busca o progresso e as boas relaçÔes humanas, e que, no fim, sĂł serve para colocar para baixo uma cidade cheia de potencial: nĂŁo se faz denĂșncia; faz-se algo semelhante a fofoca, apenas embrulhada como se fosse denĂșncia.

Nos bastidores, circulam histĂłrias, insinuaçÔes e “supostos escĂąndalos” que chegam ao povo sem o principal ingrediente de qualquer acusação sĂ©ria: nomes, documentação, respeito ao trĂąnsito em julgado e evidĂȘncias concretas. É o velho jogo do “fala-se muito, prova-se pouco
 e espalha-se muito mais”.

PONTO CRUCIAL QUE MERECE ESCLARECIMENTO:

Dentro desse cenĂĄrio, surge um ponto que merece reflexĂŁo: a vereadora MĂ©rcia, que mencionou ter visitado o CRM em Campina Grande ao lado do atuante vereador Talles de MacĂȘdo, precisa explicar quem responde pelo conselho, quais foram os termos do diĂĄlogo e que tipo de representação institucional existe, de fato, por trĂĄs do que ela tanto menciona. Afinal, quando alguĂ©m apresenta irregularidades mĂ©dicas, especialmente acusaçÔes graves que podem comprometer vidas humanas, surge uma pergunta Ăłbvia: se esses “supostos” profissionais realmente cometeram irregularidades, por qual motivo seus nomes nĂŁo sĂŁo apresentados? Se a gestĂŁo errou, que seja punida na forma da lei.

Em jornalismo, denĂșncia verdadeira se faz com documentos, datas, nomes, nĂșmeros de processos, responsĂĄveis e fatos verificĂĄveis. O que chega sem isso, lamentavelmente, pra mim, passa como fofoca polĂ­tica servida como prato quente Ă  população.

TEMPO QUE MÉRCIA NÃO QUER LEMBRAR…

E, jĂĄ que o assunto Ă© denĂșncia ou algo semelhante a fofoca, vale lembrar outro detalhe que a vereadora parece preferir esquecer: na gestĂŁo anterior, muitos problemas graves da saĂșde eram motivo de revolta pĂșblica, mas nĂŁo de discursos inflamados na CĂąmara. A população lembra bem dos relatos de precariedade, das longas esperas, da falta de estrutura e atĂ© de episĂłdios inusitados, como comentĂĄrios e imagens que circularam, sobre um animal exĂłtico ter se alojado na unidade hospitalar, digo por ter visto as imagens que rodaram nas redes sociais.

Naquele perĂ­odo, dizia o povo e eu tambĂ©m sou testemunha, um Ășnico mĂ©dico por plantĂŁo se desdobrava para tentar dar conta da demanda, enquanto diversos problemas se acumulavam diante do silĂȘncio quase absoluto da oposição. E aĂ­ surge outra questĂŁo que nĂŁo quer calar: Onde antes reinava o silĂȘncio, agora tudo vira motivo para espetĂĄculo polĂ­tico.

AINDA É CEDO, POIS O TEMPO DO JULGAMENTO FINAL AINDA CHEGARÁ…

E, como disse no Pinga Fogo anterior: “O povo está medindo tudo: quem denuncia, o que denuncia, como denuncia e, principalmente, quem está por trás de cada narrativa. Serra Branca acordou. Aquele tempo de cair em conversas de oportunismo político parece ter ficado no passado.” Isso incomoda, e muito, aqueles que sempre prosperaram no atraso da política local, as mesmas caras, as mesmas posturas.

Os ‘anjos ou nĂŁo’ serĂŁo julgados no momento certo, no ĂĄpice da democracia, que Ă© o votar. E parece que muitos ainda nĂŁo perceberam que faltam mais trĂȘs anos para isso.

CONTINUAREI VIGILANTE…

E, como jå adiantei: sigo observando. O cenårio político de Serra Branca estå apenas começando a se desenrolar. Em breve, quando for o momento, trarei uma nova coluna, com tudo o que precisa ser dito, com clareza, responsabilidade e sem måscaras.

Josinaldo Ramos > Cariri de Verdade

COMPARTILHE essa notĂ­cia

Facebook
WhatsApp