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COM OU SEM A RELIGIOSIDADE DIVINA? Justiça retira a Bíblia e a menção a Deus nas sessões da ALPB

Prepare o café, porque o debate vai longe! Em uma decisão que promete incendiar as discussões nas calçadas e redes sociais de todo o estado, o Tribunal de Justiça da Paraíba (TJPB) bateu o martelo nesta quarta-feira (4): a partir de agora, as sessões da Assembleia Legislativa (ALPB) não podem mais começar com a famosa frase “sob a proteção de Deus”, e a Bíblia Sagrada não tem mais lugar obrigatório na mesa diretora.

O que aconteceu?

A Justiça atendeu a um pedido do Ministério Público, que argumentou que o Estado precisa ser laico. Ou seja: para a lei, o governo e os deputados devem ser neutros e não podem privilegiar uma religião em detrimento de outras (ou de quem não tem religião).

Os pontos centrais da decisão:

  • Fim da frase clássica: A abertura dos trabalhos não terá mais a invocação religiosa.
  • Retirada do Livro Sagrado: A presença da Bíblia na mesa principal foi considerada inconstitucional.
  • O argumento: O desembargador Ricardo Vital, que liderou o voto vencedor, defendeu que o Estado deve ter “neutralidade absoluta”, sem símbolos que remetam a uma fé específica dentro do ambiente público parlamentar.

Vai gerar barulho!

A decisão toca em um ponto sensível da cultura paraibana e brasileira. De um lado, defensores da liberdade religiosa e do Estado Laico comemoram o respeito à diversidade. Do outro, setores conservadores e religiosos veem a medida como um ataque às tradições e aos valores que fundaram a sociedade.

“A neutralidade do Estado deve ser absoluta”, afirmou o magistrado em seu voto. Mas será que a população concorda com essa separação tão rígida dentro da “Casa do Povo”?

E agora, qual a sua opinião?

A Assembleia é lugar de fé ou lugar apenas de lei? Essa decisão protege a democracia ou fere a tradição do nosso povo?

Cariri de Verdade Com Blog do Maurílio Júnior

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